sábado, 29 de agosto de 2015

DARIO FO - "NÓS PARAMOS DE RIR E O PODER AGRADECE"

Nesta semana, para homenagear a nossa oficina de Commedia dell'Arte, que encontra-se com as inscrições abertas, publicamos uma entrevista com Dario Fo, grande estudioso dessa arte antiga e maravilhosa.


Dario Fo é um escritor, dramaturgo, ator e diretor italiano que atua também como cenógrafo e compositor para alguns dos seus espetáculos. Nasceu em 1924 e dedicou-se ao trabalho com a comédia, pricncipalmente a Commedia dell'Arte. Na maioria das vezes direciona o seu trabalho para a crítica política, como a grande parte das comédias. Durante a maior parte da sua história contou com a preciosa colaboração de sua esposa, a também atriz, Franca Rame e de sua família.
Dario recebeu o prêmio Nobel de Literatura em 1997. Sua vasta e riquissima produção pode ser encontrada tanto em livros quanto em vídeos, sendo muito conhecido o livro "Manual Mínimo do Ator" e os vídeos didáticos sobre a Commedia dell'Arte "Mistero Buffo"


O Autor/Ator Dario Fo

“Nós paramos de rir e o poder agradece”

De Malcom Pagani
Tradução de Claudia Venturi

Sem nunca ter tido um teto sobre a cabeça, Dario Fo aprendeu a dispensar definições: “Os atores negavam que eu fosse um ator e os autores faziam o mesmo: ‘Você não é nada além de um ator que se veste de autor’. Era ignorado por todas as categorias e, graças a Deus, me saí muito bem!”.  A alguns meses dos 89 anos, este grilo falante que cricrila ao ritmo das grandes e pequenas urgências : “Fechem a janela, não se ouve nada” não se cansou de cantar. Escreve livros, leciona, prepara espetáculos, tem um Prêmio Nobel na gaveta. De vez em quando pensando no amanhã, declina do presente escolhendo o imperfeito. “Tive uma vida estupenda”, diz e ilumina com acadêmica precisão o santuário da memória. Recorda nomes, datas e lugares. Pinta vultos, re-evoca vozes, desdobra zombarias que de modo brincalhão chama “joguetes”. Enquanto conta, se diverte. Interpreta de novo. Ri: “O porteiro, um ex-levantador de pesos, se chamava Otello, falava em rigoroso dialeto milanês e se parecia com Picasso. Com alguns amigos que, na colorida Brera do Bar Jamaica, ensinavam-me a vida decidimos fazer uma brincadeira memorável. Anunciamos aos quatro ventos a visita do pintor, vestimos Otello com um capote branco a la Bogart, o instruímos e o fizemos subir no trem.  Quando chegou na estação central, diante dos fotógrafos enlouquecidos, protegemos a celebridade agitando-nos e dizendo ‘deixem-no passar, espaço, o mestre não quer ser incomodado’. Otello nos seguiu repetindo em francês a frase que havia ensaiado: ‘Vergonha, chacais, vergonha’ e, afastando-se, reaparece na mesma noite no salão do Filodrammatici[1]”. Naquela madrugada dos anos 50: “Entre falsos pintores de parede que se atiravam baldes de tinta, operários que imploravam por ajuda presos em um andaime e guardas municipais de máscaras, montados a cavalo nas suas motocicletas  que roncavam entre as poltronas, transformamos a realidade jogando com o teatro do absurdo. Até a presença do verdadeiro Picasso, de qualquer forma, todos acreditaram. Quando no auge do delírio Otello subiu no palco para o seu discurso e um jato de água atingiu o público que fez compreender até mesmo quem ainda não havia compreendido.”

"As crianças compreendem tudo e o entendem antes dos demais."

Rir foi importante?
Eu tentei sorrir até mesmo nos momentos dramáticos, ver o lado festivo da existência. O lado alegre das coisas. Que satisfação existe em observar, deprimido, a desolação? Sempre preferi dar uma oportunidade para o otimismo.

Era assim desde a sua juventude?
No Lago Maggiore, os pescadores envolviam os garotos nos seus trabalhos. Ajudávamos a limpar as redes das incrustações enquanto os ouvíamos contar histórias mágicas. Eram acontecimentos mínimos transformados em poemas e mitologia. Fofocas de corredores transformadas em fábulas misteriosas. Eram lições inconscientes. Novos sons. Outras línguas. As mesmas que eu havia observado escutando os mestres assopradores provenientes da Europa central, chegados improvisamente na Lombardia para trabalhar com o vidro. O parentesco eslavo, os dialetos da România, as ascendências russas.

"Quem estava no comando tinha compreendido que a ironia e o grotesco eram armas perigosas e que as pessoas, vendo o outro lado da medalha, o poder de calças curtas e o rei nu, normalmente ri. Ri, reflete sobre as razões daquele movimento espontâneo e se pergunta coisas que não deveria."

Como conseguia compreendê-los?
Estudava os gestos, a fonética, as semelhanças com a nossa língua. As crianças se adaptam ao trânsito linguístico e desvendam, antes dos outros, o significado das palavras, sobretudo daquelas escondidas. Os assopradores falavam e com aqueles versos, nós misturávamos dia e cansaço com o desejo de que a narrativa não acabasse mais. Abraçar um mundo que eu não conhecia fazia eu me sentir bem.

Parece uma infância feliz.
E foi. Eu me diverti. E o impulso inicial se revelou fundamental. Permitiu-me ser o que sou hoje. A teoria de Bruno Bettelheim sempre me persuadiu: “De um homem me dê os primeiros sete anos de sua vida, o resto pode ficar para você.”

O Senhor se lembra dos primeiros palcos?
Lembro que para conseguir a atenção bastava um vagão de trem. Quando eu estudava na Academia, os vagões se transformavam em teatro itinerante. Eu entrava em cena sem preparação e as minhas ‘fábulas’ agradavam aos passageiros que iam e vinham entre Milão e a província. Tinha uma bagunça infernal a bordo daquele vagão. Uma alegria. Uma maravilha. Uma dialética de palco improvisado no qual eu tinha um papel e até um sobrenome. Eu me chamava magricela. Era alto e magro. Um vara pau. Entre uma estação e outra, olhando ao além pela janela, os espectadores me pediam rimas e aqueciam a atmosfera se consolando com vinho e com aplausos.

O Senhor também bebia?
Depois de meio copo já estava tonto. Na “caravana dos bêbados”, como chamavam aquele trem, me embebedava pela única necessidade de imitar. Não parava nunca e chegava em casa normalmente afônico. A minha fama se espalhou como rastilho de pólvora. Convidavam-me para almoçar e, por um prato de sopa, como na idade Média com menestréis e trovadores, pediam-me de entreter a família reunida à mesa.


“O mundo está bem assim, sobretudo para os quais se faz cômodo”

Tem saudades daquele tempo?
É difícil dizer. Sinto falta de Franca, é óbvio. Estabelecer um porque é realmente inútil. A nostalgia é um negócio estranho. Têm dias nos quais, sentindo um calafrio, parece-me que revejo as dinâmicas passadas se reapresentarem como se fosse ontem. E outros dias nos quais reflito sobre a hipótese de uma correspondência entre épocas tão distantes.

E na reflexão, o que acha?
Estamos em um drama obsceno, agora como há 50 anos. Mas com menos ironia e menos leveza. Antes falávamos sobre o quanto era importante rir. E hoje rimos pouco. E se inventa ainda menos.

Por quê?
Há uma desesperança generalizada e muito conformismo. Falta a coragem de ir além das medidas.


Maria Callas, sobre a qual escreveu, com Franca Rame[2], uma biografia em forma de espetáculo, havia feito um manifesto existencial a respeito de superar a medida.
Sempre foi uma constante minha. Minha e de Franca. Ela sustentava que à arte servisse a coragem de ir além do máximo. Se faltasse aquele salto, faltava tudo.

Franca havia realmente encontrado Maria Callas.
Conhecendo-a muito mais profundamente do que eu. Com a soprano tinha dividido o tempo no atelier de sua irmã Pia. Um Oasis, relaxada, no qual a epopeia de Onassis e Di Stefano[3] não estava no horizonte e dor, amor e tormento deixavam ainda muito espaço para a alegria.

O encontro se deu na mesma década em que o seu espetáculo começa a criar confusão no Piccolo Teatro de Milão.
Com Franco Parenti e Giustino Durano realizamos ‘Il dito nell’occhio’, um espetáculo de sátira.  Uma peça recitada não apenas com a voz, mas com o canto e, sobretudo, com o corpo. Pela primeira vez na Itália, oferecia-se um ponto de vista anômalo. Duríssimo. Privado de qualquer indulgência. Ainda me recordo o que dizíamos antes que as cortinas se fechassem.

E o que diziam?
“O mundo está bem assim, sobretudo para os quais se faz cômodo”. Após algumas semanas de relativa paz, em atraso, sentimos o acre odor da censura. A presença da polícia na plateia. Uma constante em meus anos com franca.

Interrompiam o espetáculo?
Os agentes chegavam ao auditório, assíduos, prontos para pegar qualquer aceno de desacato à autoridade constituída. Mas o teatro que apresentávamos nunca deixava espaço para a palavra sozinha e não caía na armadilha armada pelos superiores. Poderia se imitar o perfil de Andreotti[4] mesmo sem chamá-lo Giulio e esta imitação escorregadia, esta ambiguidade não sancionável, levava à loucura os agentes da ordem constituída. Quantas vezes os vimos sair do teatro, enfurecidos, jogando os papeis pelos ares, seguros em seus íntimos de ter de retornar no dia seguinte porque assim os foi ordenado.

"Se provocar significa tentar contar a verdade, sim, admito, eu provocava."

E então a censura realmente chegou.
E nos tempos em que existia somente a rádio e a TV era menos que uma hipótese, fomos constrangidos a nos afastarmos dos circuitos do teatro tradicional. Por nós, não teríamos nunca nos afastados dos espaços aos quais éramos habituados. A certo ponto nos encontramos de frente a um muro.  Uma escolha imposta.

Não concediam a vocês os espaços solicitados?
Tinha sempre algum impedimento formal, uma atividade da prefeitura, uma desculpa. Os administradores eram ameaçados e as pressões dos democristãos, onipotentes na época, surtiam efeito. Sobre determinados assuntos a mensagem era: não se devia falar. Quem estava no comando tinha compreendido que a ironia e o grotesco eram armas perigosas e que as pessoas, vendo o outro lado da medalha, o poder de calças curtas e o rei nu, normalmente ri. Ri, reflete sobre as razões daquele movimento espontâneo e se pergunta coisas que não deveria. Quando a censura era brutal, em reação a ela, eu e Franca exagerávamos. Na década em que fomos expulsos dos teatros, escrevemos mais ou menos vinte e cinco comédias. Três ao ano, falando por cima. As ensaiávamos e as montávamos sem sequer pensar.

Em “Canzonissima” de 1962, os problemas com a Rai[5] foram intransponíveis. Em 29 de novembro, lá pelas 21h, é anunciado ao vivo a retirada de vocês da transmissão.
Brigamos do início ao fim do programa. O pretexto para a exclusão foi uma cena de sátira política. Estavam discutindo sobre a divergência sindical dos trabalhadores da construção civil e o nosso esquete sobre esse tema foi hostilizado de qualquer forma.

Ettore Bernabei, o diretor geral da Rai daquela época, quando questionado sobre o tema, sustenta que polícia e construção civil se enfrentaram a pedradas e que o seu objetivo fosse provocar a qualquer custo.
Se provocar significa tentar contar a verdade, sim, admito, eu provocava. O episódio em si foi absolutamente vergonhoso. Bernabei estava a serviço da política, tinha sido colocado sobre aquela poltrona com o preciso objetivo de mascarar uma realidade social que certamente não era aquela idílica, toda resplendor e felicidade proposta pela Rai. Ele nos falou algo tremendo: “Os operários estão fazendo manifestações muito duras, não podem de forma alguma acreditar que são apoiados lá fora. Devem saber que estão sós”. Eu permaneci longe da Rai por quinze anos e, desde então, não tenho dúvida, não mudou nada. As mortes pelo trabalho se sucedem uma após a outra. E o regime, exatamente como ontem, silencia a desaprovação. Observe a postura do toscano em confronto com a classe operária. Uma atitude horrenda, impiedosa, sem pudor. Quer eliminar os operários. Riscá-los do mapa.

O toscano seria Matteo Renzi[6]?
E quem mais? Se eu re-escuto as mnhas canções de 50 anos atrás, me dou conta de que o quadro social é a fotocópia do atual. Os homens comprometidos, mentirosos e fiéis ao sistema, dominam. Os pobretões se debatem.

Eram péssimas também as suas relações com o Pci[7].
Eu os enfurecia, os burocratas do partido. Eu contava dos erros que aconteciam no Leste e o abismo do trabalho irregular. Eu estava sempre fora da linha. Quem está fora da linha, em certos mecanismos estruturados, acaba se tornando um inimigo. Pagetta, um dia, me rogou que parasse: “Dos nossos problemas falemos entre quatro paredes. Levá-los para fora equivale a oferecer a razão aos nossos adversários”. Eu não sabia se ria ou se chorava.

E o Senhor teve problemas também com o Berliner Ensemble[8]. A filha de Brecht contestou publicamente a sua leitura da “Ópera dos três Vintens”.
A filha de Brecht, sinto em dizer, era uma imbecil. Impediu-nos de apresentar. Foi desagradável e pueril. Nada a ver com a sua mãe, uma grande mulher. Se ainda estivesse viva, essa questão sequer teria aparecido.

"... trabalhar sobre as melhorias de uma montagem afastava a chatice e me dava um sentido de paz."

A política os acompanhou sem descanso. Por causa de suas posições, nos anos 70, chegaram a recusar a vocês até o aluguel de simples apartamentos em Milão.
“Não podemos nem vendê-los e nem alugá-los a vocês” nos diziam sentidos: “Arriscamos que nos coloquem uma bomba”. Não era uma alegoria. Aconteceu realmente e de fato, como poderíamos colocar objeção?

Em um lado do prédio Liberty, na noite de 21 de dezembro de 1974, um artefato explodiu de verdade.
Era para nós e com os seus duzentos gramas de TNT, às 3h da manhã, explodiu os vidros de toda a Praça Marinai d’Italia. Não foi um massacre por puro acaso. Na época representávamos ‘Non si Paga, Non si Paga’ e em cena tinha um caixão. Os garotos das forças de ordem, exatamente por causa do caixão, talvez em homenagem a superstição, decidiram ir dormir na ala oposta do prédio. Não repousar perto das caixas de morto representou a salvação deles.

E a sua salvação, onde a encontrou?
Consistia em procurar se melhorar. Jacques Lecoq[9] nos havia ensinado a diferença entre fazer gestos e gesticular. Quando eu não estava satisfeito, montava e remontava o espetáculo, tentava não me contentar, aproximar-me da perfeição. Como em certos ângulos escondidos dos meus trinta anos, quando passar a noite em companhia dos meus mestres dava início a uma ira de deus de invenções e diversão, trabalhar sobre as melhorias de uma montagem afastava a chatice e me dava um sentido de paz. Como dizem em Milão, sempre fui um ‘enlameado[10]’. Trabalhar me deixava sereno.

O Senhor poderia ter se entregado ao cinema como o fez com o palco?
Eu e Franca chegamos adiantados ao cinema. Em ‘Lo Svitato’ de Carlo Lizzani, eu interpretava um entregador que sonha em se tornar jornalista. A comicidade era surpreendente e o público, constrangido a confrontar-se com referimentos derivantes do teatro inglês e americano, descobre-se perdido. Anos depois o filme se tornou um pequeno cult. Às vezes você se encontra enredado nos seus tempos, outras vezes precisa esperar que o público se liberte sozinho.



Com ‘Lo Svitato’ a crítica não foi gentil.
Em cem críticos de formação, cultura pessoal e exploração dos universos, que não se detenham nas fronteiras italianas, aqueles capazes de ler as inovações não são mais do que dez. Compreender o gosto do paradoxo não é uma coisa simples. Sabe quem o consegue? A criança. As crianças compreendem tudo e o entendem antes dos demais. Outro dia eu estava na Alemanha. No silêncio, em uma multidão com mais de quinhentas pessoas, a primeira risada foi dada por um garotinho de oito anos.

Fascina ao Senhor a comicidade contemporânea?
Não me parece nem plana e nem redonda. Provoca risadas que se assemelham às risadas rumorosas de piadas, uma coisa diferente da sátira.

Como o Senhor convive com a velhice?
Cada um tem a sua. Teria sido muito mais agradável se tivesse Franca ao meu lado. Sonho com ela. Às vezes, a última há apenas alguns dias, ela me vem à mente. Ela me aconselha mesmo de longe. Eu era tímido. Ela me conquistou e me manteve por perto mesmo sendo cortejada por homens de todos os tipos. Pessoas com todos os títulos poderiam tê-la levado embora. Mas ela permaneceu.

“Se depois da crítica viesse uma solução, ajudaria a ambos”
Às vezes vocês brigavam?
Questões artísticas. Ela contrariava um texto e eu me irritava: “Se depois da crítica viesse uma solução, ajudaria a ambos”. Tinha sempre aquela justa. As brigas não duravam mais do que um minuto e os sol substituía sempre as nuvens. Sabe o que dizia, Franca, quando um problema nos parecia intransponível?

O que ela dizia?
“Dario, acalme-se, depois de tudo é só teatro. Nada mais do que Teatro.”


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Entrevista publicada originalmente no periódico "Il Fatto Quotidiano" de 23/11/2014, realizada por Malcom Pagani e traduzida do italiano para este blog por Claudia Venturi

Mais sobre a história de Dario Fo: 
http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/literature/laureates/1997/fo-bio.html
http://francarame.it/




[1] Filodrammatici – Teatro histórico situado no centro de Milão.
[2] Franca Rame – atriz teatral, dramaturga e política italiana. Esposa e companheira de Dario Fo.
[3] Aristoteles Onassis, para Callas foi um amor “terrificante”. Dez anos de paixão e traições, a partir da promessa de casamento que nunca foi realizada. Onassis era a sua razão de viver. Até o momento em que soube de seu matrimônio com Jacqueline Kennedy, quando declarou: “Não me disse nada sobre o seu matrimônio. Depois de nove anos juntos, é cruel. Mas juro que o pagará, todos os dois”
Após se envolver com o cineasta e escritor Pasolini, um amor impossível, buscou reparo e serenidade em uma história de amor com o seu colega Giuseppe Di Stefano, o tenor com o qual dividiu os últimos palcos de sua carreira. Depois o deixou.
[4] Giulio Andreotti foi um político, escritor e jornalista italiano. Um dos principais expoentes da Democracia Cristã, protagonista da vida política italiana por toda a metade do século XX.
[5] Rádio Televisão Italiana
[6] Matteo Renzi é um político italiano. Presidente do Conselho dos Ministros da Republica Italiana desde 22 de fevereiro de 2014 e secretário do Partido Democrático eleito nas eleições primárias de 8 de dezembro de 2013.
[7] Partido Comunista Italiano
[8] Teatro Alemão que ficou conhecido pela qualidade de suas apresentações. Ganhou notoriedade por ter sido administrado por Bertold Brecht
[9] Jacques Lecoq – Ator teatral, mímico e pedagogo francês. Fundador da Escola Internacional de Teatro Jacques Lecoq, é considerado um dos mais significativos pensadores do teatro contemporâneo, conhecido por seus estudos sobre o teatro físico, pela recuperação da máscara e do coro gregos e dos ensinamentos da Commedia dell’Arte.
[10] sfangone